biografia

Manoel Inácio e Joana Caetano

Autor(es): Joziléia Daniza Jagso Inácio Schild
Categorias:Biografia, Etnias, Kaingang, Estado, Rio Grande do Sul
Tags:,

 


Manoel Inácio e Joana Caetano e a tradição e luta dos Kaingang

 

Sou neta do Cacique Manoel Nãso Inácio e Joana Caetano Inácio, minha mãe Arcelinda Inácio foi a primeira filha biológica do casal.

Esta biografia retrata um período de esbulho territorial, expulsão dos seus territórios e violências, vivido por muitas terras indígenas no Rio Grande do Sul, também nominadas de reservas, ou toldos, em que Joana Caetano, parteira e remedieira e Manoel Nãso Inácio, Cacique da TI Carreteiro, viveram.

Ambos, Joana e Manoel, em suas genealogias são descendentes do Cacique Nonoai.

O período que pretendo abordar da vida do casal Joana Caetano e Manoel Inácio são as décadas de 1930 a 1990.

Manoel Inácio foi seu nome brasileiro e Nãso seu nome Kaingang, natural da TI Monte Caseiros, que foi extinta, para assentar os colonos que chegavam na região.

Nos estudos da década de 1990, feitos a partir da retomada daquele território, os estudos antropológicos para a demarcação da mesma, seguiram a genealogia do Manoel Inácio, sua ascendência e descendência para elucidar os questionamentos sobre o espaço territorial da atual TI Monte Caseiros.

Meu avô saiu expulso, pelos colonizadores, de Monte Caseiros, quando era jovem, fugindo para a Reserva do Ligeiro.

Tempos depois mudou-se para a TI Serrinha, viveu com duas indígenas Kaingang, antes da minha avó e teve 13 filhos. Sendo todos os filhos levados por Manoel para serem criados pela Joana Caetano,

O argumento da patrilinearidade é comumente acionado pelos Kaingang, sobretudo em contextos de separação de casais e na disputa pela guarda dos filhos. Em Kaingang, o termo usado para gravidez é mãn, que literalmente significa “pegar a cria de um homem”, ou seja, o filho é percebido como substancialmente vinculado ao pai, portanto, como um ser que é gerado a partir do corpo e sêmen do homem e que é, apenas, gestado pela mulher. (RAMOS, 2008, p. 160).

Por sua vez, Joana Caetano, nasceu e cresceu na TI Carreteiro, aprendeu com sua mãe as ervas, remédios e massagens para o parto, anos depois se tornou parteira. Quando ainda era jovem casou-se com um indígena Kaingang de mais idade, que faleceu, sem deixa-la com filhos. Viúva, Joana tornou-se mré tu ti (mulher sem marido), mulheres que são vistas como ameaças as mulheres casadas.

Como os homens, as mulheres dispõem de certa liberdade sexual, até que se casem. Contudo, somente para elas há uma categoria social, a das mé tũ ou mbédtu, para definirem as que têm vida sexual livre. Veiga (2000, p. 86 e 103) observa que nesta categoria estão inclusas as mulheres autônomas, que não ficam sob o jugo de um homem, mas que, também, não têm ninguém que as defenda das agressões das outras mulheres Kaingang que, observa-se, são hoje mais ciumentas que os homens. As outras mulheres Kaingang se referem às mé tũ como mulheres que bebem, fumam e fazem bailes para se divertir. Pelos favores sexuais prestados aos homens, elas nada recebem, pois, caso um homem comece a presenteá-las em retribuição ao sexo, o ato equivale a um pedido de casamento. Quando as mé tũ se casam, mudam abruptamente de comportamento, dando-se o mesmo com a comunidade mais ampla em relação a ela, que passa a tratá-las do mesmo modo que a qualquer outra mulher casada. Logo, trata-se de uma categoria social que não deixa as mulheres estigmatizadas, na medida em que a condição de mé tũ é vista como transitória e temporária e, uma vez fora dela, as mulheres não carregam consigo nenhuma mácula. (RAMOS, 2008, p. 164).

Ela foi embora do Carreteiro para a casa de parentes na TI Votouro, lugar onde conheceu o Manoel Inácio.

Casaram –se e Joana volta então com o companheiro para a sua terra, para o casal morar na casa dos pais da esposa, configurando um caso concreto de residência matrilocal, quando o homem vai morar na residência da esposa e praticado pelos Kaingang.

Os Kaingang, assim como os Kayapó, combinam a descendência patrilinear com a residência matrilocal. Segundo Turner, este tipo de arranjo social implica na configuração de dois aspectos fundamentais da organização social dos Jê Centrais: a dominação do sogro sobre genro; a definição da ‘Casa’ como um núcleo gerador de poder e de tensão política. O que está em questão é a capacidade de um ‘household head’ (Chefe de Casa) de fazer gravitar outros homens em torno de sua casa, compensando a ausência de seus filhos homens com o comando sobre seus afins. A proposta teórica de Turner deixa claro que as posições de sogro e de genro constituem ciclos distintos dentro de um mesmo sistema de dominação. Sistema este no qual os homens conquistam suas posições ao longo da participação nos processos de produção e de reprodução articulados ao longo do ‘developmental cycle of the family’ (ciclo de desenvolvimento da família). Assim, é no ambiente controlado pelo ‘Chefe da Casa’ que as alianças matrimoniais e políticas se concretizam. Vanessa Lea (1992), embora discorde de Turner quanto à ênfase na tensão estrutural ‘intra e inter-familiar’, chega a uma conclusão semelhante através do estudo das Casas Mebengokre (Kayapó) como os sujeitos de direitos e deveres. Para esta autora, “…o patrimônio cultural da sociedade Mebengokre é segmentado pelas Casas cujo conjunto forma uma totalidade”(LEA 1992:275). Embora não exista um estudo que se dedique especificamente à análise da Casa Kaingang, nos termos apresentados por Lea para os Kayapó, os registros históricos e as etnografias recentes sugerem que este conceito é relevante. A maioria das etnografias, de forma mais ou menos detalhada, descreve as casas Kaingang como um núcleo residencial formado por uma ou mais habitações (dispostas ao redor da residência de um casal de velhos), próximas de uma área de cultivo doméstica e de um curso de água. Geralmente ao lado da casa dos velhos há uma pequena Casa do Fogo (Iñ-Xin), onde os mais velhos, especialmente os homens, passam boa parte do tempo – é no Iñ-Xin, ao redor do fogo que os velhos recebem seus visitantes, falam sobre as histórias dos antigos, comentam sobre assuntos da atualidade, preparam e consomem a erva-mate, armazenam os produtos de suas roças. (ALMEIDA; FERNANDES; SACCHI, 1999).

Com o passar do tempo, Manoel Inácio se tornou pã’i mág (liderança maior) da aldeia do Carreteiro, sendo cacique por um período de quase trinta anos. Neste caso, podemos articular o poder de ser liderança e sua relação estreita com o casamento. Os casamentos são alianças políticas. Antigamente, o que garantia o cacicado a um membro da comunidade era o tamanho da sua parentela.

Na aparência externa, parece haver diferenças entre a forma atual e a passada de acesso ao poder entre os Kaingang, pois, como visto, os caciques se projetavam por suas características guerreiras, pela sua rede de parentesco e pela sua capacidade de tramar, de encontrar adeptos e de executar a sua predação face aos outros grupos — fossem eles Kaingang, outros índios ou brancos. Também aqueles exerciam o poder de modo vitalício, ou enquanto tivessem prestígio e forças para controlar seu grupo, e não eram eleitos, mas formavam grupos de adeptos e seguidores. Entretanto, na prática, as diferenças não são tão grandes assim. De fato, na atualidade, o tempo de permanência de um cacique no poder é bem menor, todavia ainda hoje as redes familiares são importantes, pois se não são os próprios homens com perfil de liderança que assumem o poder, eles se utilizam da sua presteza política para projetar a sua parentela… (RAMOS, 2008, p. 173).

O Cacique vinha da família com maior número de indivíduos e, no caso do vô Manoel, na aldeia Carreteiro, a afinidade, parentesco e compadrio com o grupo familiar da esposa foi o que garantiu sua permanência na função durante um período tão longo. Essa relação demonstra toda a articulação do casamento, ser cacique no Carreteiro só foi possível pelo casamento com a vó Joana.

Veja-se, no entanto, que, além de um momento de atualização das convenções vigentes, o ‘casar bem’ implica também no agenciamento voltado à construção de alianças com afins distantes. Assim, a cerimônia de casamento, mais do que qualquer outro momento, traz à tona as ambivalências imbuídas na noção de afinidade entre esses indígenas: ao mesmo tempo em que se trava uma “batalha” entre partes antagônicas, celebra-se a afirmação de vínculos com novos aliados. Dessa forma, tudo indica que essas alianças, realizadas tanto intra quanto inter aldeias, operam sobretudo como um mecanismo de ampliação das redes de parentela e de amenização de facções, mostrando-se (do mesmo modo que em muitos outros contextos ameríndios) como um plano político fundamental para o processo – nunca acabado- de constituição do grupo local. (GIBRAM, 2012, p. 142).

A vó Joana, foi parteira e durante toda sua vida trouxe muitas crianças ao mundo. Muitos dos seus netos nasceram com ela, inclusive eu. Sempre cuidando das grávidas com chás e rituais.

Sobre os cuidados no parto e o pós-parto entre as kaingang, Tommasino (1996), relata:

O parto também implicava, para a parturiente, um conjunto de procedimentos rituais. Submetia -se a um conjunto de tabus e a um período de margem. No momento do parto, era isolada por um péin numa cabana na mata e só retornava depois do nascimento do filho. Mãe e filho eram cercados de cuidados especiais tendo por objetivo a proteção de ambos. A mãe observava uma dieta alimentar e só podia consumir alimentos vegetais. O parto era de cócoras e podia contar com ajuda de uma mulher péin. (TOMMASINO, 1996, p. 9).

Minha mãe contava que, antes de dar à luz, quando a mulher começava a sentir as contrações, a vó Joana preparava os remédios do mato para a mulher tomar e passar na barriga.

Sobre esses cuidados iniciais da vida do kaingang, Becker (1978) também escreve em seu estudo:

O ciclo de vida entre os Kaingáng é um importante fio condutor para acompanhar a evolução de deveres e direitos na vida das pessoas. No grupo que nos ocupa, o indivíduo pode ser acompanhado desde antes do nascimento até a morte, como a seu tempo veremos. Constatada a concepção, cabem aos futuros pais determinados deveres que implicam a restrição de certos alimentos e atividades consideradas nocivas à saúde da criação que virá. (BECKER, 1978, p. 142).

Esse acompanhamento foi relatado pelas minhas interlocutoras, minhas tias, filhas de Joana e Manoel, que observaram na vó Joana o acompanhamento das grávidas da aldeia. Desde o início da gravidez até o parto, ela estava sempre orientando sobre os cuidados durante a gestação. Ensinava sobre a alimentação, os chás, o comportamento sexual durante a gravidez, as caminhadas para facilitar o parto e as atividades que deveriam ser evitadas para não colocar a saúde da criança em risco.

Em prática, uma das orientações das mães e avós para uma mulher grávida é em relação ao cuidado com a alimentação e atividades físicas. As duas orientações são exigentes, pois, requerem uma observação contínua e em cada ato da mulher. O cuidado com a alimentação se refere mais por questões do período de resguardo, no caso reza a tradição kaingang de que o corpo da mulher assim como o da criança está aberto e qualquer descuido podem ter complicações. (…) A recomendação que minha avó fez foi para que tomasse por 45 dias chá de ervas medicinal, isso para purificação dos organismos, principalmente o útero onde o corpo da criança começava a se desenvolver. Além disso, a preocupação era em relação ao leite materno que a criança precisa para alimentação integral, bem como para fortalecer o corpo em físico, evitando assim a fraqueza espiritual e corporal. (SALES, 2015, p. 39 e 40).

Foi ela quem nominou a maioria dos netos e foi a parteira de muitos. Ela conhecia a história da família e qual nome já podia ser novamente usado nas crianças.

O nome da criança tem influência vital para a formação humana completa do kaingang e à importância na vida da pessoa, influenciando na sua atuação quando adulto.

O trabalho da vó Joana foi tão importante não só para quem ela cuidou e ajudou, mas também teve grande influência na vida das filhas: Odila e Ângela são profissionais da saúde, ambas são técnicas em enfermagem e tendo dedicado suas vidas aos outros indígenas nesta área.

Joana Caetano foi uma mulher muito valente, criou 13 filhos, sendo que 5 não eram filhos biológicos. Ela criou muitos netos, pois, como já mencionado antes, de acordo com a tradição Kaingang as avós auxiliam na criação dos netos e bisnetos.

Manoel e Joana foram contratados pelo governo do estado do Rio Grande do Sul, Joana enquanto parteira e Manoel enquanto chefe do Posto e depois agente florestal.

Manoel Inácio foi cacique, posteriormente contratado como servidor do Estado, em uma política que foi adotada em algumas reservas indígenas quando estas estavam aos cuidados da Comissão de Terras do Estado. Em algumas reservas, essa pratica de contratar o cacique para que ele tivesse vínculo e compromisso com o Estado foi uma atitude comum.

Quando iniciou o processo de extinção do SPI e as áreas indígenas todas passaram a ser de responsabilidade somente do Governo Federal, os funcionários indígenas que trabalhavam para o Governo Estadual foram enviados para outros lugares, desconsiderando totalmente a sua condição de indígena. Manoel Inácio e Joana Caetano – ele, encarregado da Reserva, e ela, parteira – foram enviados para Santa Rosa, em 1964, para trabalhar em uma Reserva Florestal do Estado do Rio Grande do Sul. Assim eles deixaram a aldeia do Carreteiro, onde ele foi cacique, onde criaram sua família, onde tinham as suas raízes. Muitos dos seus filhos e filhas já estavam casados, e duas filhas casadas partiram junto com os pais para Santa Rosa.

Meu pai foi afastado do cargo de encarregado da nossa Reserva pelo Estado uma vez que o governo Federal é quem deveria cuidar dos índios e suas demandas em todo o Território Nacional.

Para piorar a situação o Estado remanejou meu pai e minha mãe enquanto servidores para uma cidade chamada Santa Rosa, dentro do nosso Estado.

Enquanto estas mudanças aconteciam, outro encarregado pela nossa aldeia já tinha tomado posse, o nome do seu cargo era chefe do Posto.

E com o remanejamento do meu pai, automaticamente o afastaram também enquanto cacique. (Andila Nivygsãnh.Setembro de 2014. Entrevista).

A expulsão da família Inácio (minha família materna) do Carreteiro pelos agentes do Estado Brasileiro e a imposição de novas ordens, levou o Cacique Manoel Inácio ao retorno à uma área próxima a TI Serrinha, local onde ele já havia morado, Inácio foi enviado para trabalhar em uma reserva ambiental chamada Pinheirinhos, em Ronda Alta, distante uns 20 km de Serrinha. Infelizmente Serrinha também já não existia mais, em 1962 foi totalmente loteada e vendida aos imigrantes vindos da Colônia Velha do Estado do Rio Grande do Sul, expulsando os últimos Kaingang do território indígena.

Depois de algum tempo Manoel Inácio e Joana conseguem ser transferidos para a TI Ligeiro, assim com parte da sua família retornam ao convívio dos seus parentes.

Em 1977, Manoel Inácio sofreu um acidente de carro, após hospitalizado faleceu. Seu corpo foi sepultado na Terra Indígena Carreteiro, lugar que foi dele.

Após a morte do Manoel Inácio, a vó Joana mesmo depois de aposentada, continuou fazendo os remédios do mato para as mulheres grávidas. Também continuou orientando sobre os cuidados na gravidez e as atividades para ter um bom parto, também morou em outras Terras Indígenas, Planalto, Guarita, Ligeiro. Faleceu em 1994, com 80 anos, foi sepultada com vô Manoel na sua terra.

Antes de falecer em muitos momentos falou para que a família voltasse para Serrinha, de onde 5 dos seus 13 filhos eram naturais, os filhos que ela criou, mas não eram seus biológicos. A partir destas conversas ela alimentou o processo que resultou na retomada de Serrinha.

Em 1992 nossa família, junto à outras lideranças que haviam sido expulsas de Serrinha, montamos acampamento na linha Baixada, Ronda Alta, fomos novamente expulsos, mas já tínhamos ingressado com o processo de retomada na justiça. Retornamos para ficar em 1996, acampamos ao lado da rodovia RS 324, na vila do Alto Recreio, dois anos após o falecimento da vó Joana. Serrinha hoje é nossa Terra Indígena, está praticamente toda desintrusada, oito de seus treze filhos estão ali, quatro já são falecidos e cinco permanecem com seus filhos, filhas, netos e netas, genros, noras e as relações de compadrio continuam. O atual Cacique é neto do Cacique Manoel Inácio e da Joana Caetano.

 

Referência Bibliográfica

ALMEIDA, Ledson Kurts. FERNANDES, Ricardo Cid. SACCHI, Ângela Célia. Casa e Ritual: um estudo sobre os papéis de gênero na construção da sociabilidade kaingang. 13/06/2010. Site: http://www.naya.org.ar/articulos/etnia03.htm, visitado em: 10/10/2013.

BECKER, Ítala Irene Brasile. O ÍNDIO KAINGÁNG NO RIO GRANDE DO SUL. Pesquisas / Instituto Anchietano de Pesquisas. – (1976). São Leopoldo: Unisinos, 1976. 329 p. (Antropologia; n. 29).

CLAUDINO, Cleci. O papel social da mulher kaingang na Terra Indígena Guarita. 2015. 62 f. Monografia (Centro de Filosofia a Ciências Humanas). Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, 2015.

GIBRAM, Paola Andrade. Política, Parentesco e outras Histórias kaingang: uma etnografia em Penhkár. Florianópolis – SC. 2012, 202 f. Dissertação (Mestrado em Antropologia Social). Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, SC, 2012.

INÁCIO. Andila. A formação dos primeiros professores indígenas no sul do Brasil. CADERNOS DE EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA – 3º GRAU INDÍGENA. Barra do Bugres: UNEMAT, v. 4, n. 1, 2005.

RAMOS, Luciana. VÉNH JYKRÉ e KE HA HAN KE: Permanência e Mudança do Sistema Jurídico dos kaingang no Tibagi. 2008, 255 f. Tese de doutoramento. Universidade de Brasília. Brasília, DF, 2008.

ROCHA, Cinthia Creatini da. O PAPEL POLÍTICO FEMININO NA ORGANIZAÇÃO SOCIAL KAINGANG. In: Fazendo Gênero 9 Diásporas, Diversidades e Deslocamentos. Florianópolis. 2010. Disponível em:

http://www.fazendogenero.ufsc.br/9/resources/anais/1277601188_ARQUIVO_ApresentacaoFinal_formatada30junho.pdf.

__________. Agencia Feminina na sociopolítica kaingang. In: SACCHI, Ângela (org). Gramkow, Márcia Maria (org). Gênero e

Povos Indígenas. Rio de Janeiro: Museu do Índio/GIZ/FUNAI, 2012. P. 116 -127.

SALES, Cenira Claudino. Formação do corpo da pessoa nos períodos da gestação, nascimento e infância kaingang. 2015, 51 f. Monografia (Centro de Filosofia a Ciências Humanas). Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, 2015. Disponível em: http://licenciaturaindigena.ufsc.br/files/2015/04/Cenira-Claudino-Sales.pdf. Acesso em 20/01/2016.

SCHILD, Joziléia Daniza Jagso Inacio Jacodsen. Mulheres Kaingang, seus caminhos, políticas e redes na TI Serrinha. 2016. 195 p. Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social, Florianópolis, 2016. Disponível em: <http://www.bu.ufsc.br/teses/PASO0428-D.pdf>

SCHILD, Joziléia Daniza Jagso Inacio Jacodsen. Mulheres Kaingang, seus caminhos, políticas e redes na TI Serrinha. 2016. 195 p. Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social, Florianópolis, 2016. Disponível em: http://www.bu.ufsc.br/teses/PASO0428-D.pdf

SIMONIAN, Ligia. Uma experiência entre Indígenas e Cafusas/os do Sul – Um Relato Preliminar, Seus Limites e Avanços. Apresentado no GT Política Indigenista – Etno-desenvolvimento. ANPPOCS. Rio de Janeiro: Itatiaia. Agosto, 1990.

TOMMASINO, Kimiye. OS KAINGÁNG E A CONSTRUÇÃO DO TEMPO ATUAL. Texto apresentado na XX Reunião da ABA – Associação Brasileira de Antropologia. GT interdisciplinares dos Jê do Sul. Salvador, 14 a 18 de abril, 1996.

 

Notas

[1] Kaingang e Coordenadora Pedagógica da Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica/UFSC. Mestra e doutoranda em Antropologia Social (PPGAS/UFSC).

 

baixar
biografia